No diagnóstico de doenças da tireóide podem incluir-se inúmeros fatores, como a avaliação clínica, exames de sangue, exames de imagem e as biópsias, entre outras provas. Uma parte importante para detectar e diagnosticar a doença da tireoide é a avaliação clínica realizada por um profissional especializado. Será importante analisar o rosto , sentir o pescoço e examinar a tireoide com um estetoscópio, controlar os reflexos, o ritmo cardíaco e da pressão arterial, assim como o seu peso, temperatura corporal, verificar a qualidade do cabelo, da pele e das unhas. Como parte do dignóstico, podem-se realizar uma análise de sangue, como prova de hormona estimulante da tiróide (TSH), T3 e T4 total, T3 e T4 livres, Tiroglobulina, Reverse T3, anticorpos peroxidase tireoidiana / Anticorpos de tireóide peroxidase, anticorpos de tireóide microsomales / Anticorpos antimicrosomales, anticorpos de tiroglobulina anticorpos antitiroglobulina, anticorpos do receptor da tiróide e imunoglobulinas estimulantes da tiróide (TSI). Para as diferentes condições da tireóide, são avaliadas as provas de imagem: – Scanner nuclear / Captação de iodo radioativo, para detectar a doença de Graves, bócio multinodular tóxico, ou tireoidite. – Tomografia computadorizada, para ajudar a detectar bócio e nódulos da tireoide maiores. – Imagens por Ressonância Magnética, para avaliar o tamanho e a forma da tiróide. – Ultra-sonografia de tireóide, para avaliar nódulos, massas ou aumento da glândula. A máquina de ultra-som pode determinar se um nódulo é um cisto cheio de líquido ou uma massa de tecido contínuo. Uma biópsia de agulha, conhecida como aspiração com agulha fina, é usado para ajudar a avaliar ou nódulos, através da qual, é inserida uma agulha fina diretamente no tumor, retirando algumas células e testá-las para o diagnóstico do câncer. 75% do câncer pode ser diagnosticado definitivamente por meio desta técnica, através da qual se podem apresentar células que indicam a tireoidite de Hashimoto.