Como acabamos de ver no artigo anterior, um dos riscos que tem levar uma vida sedentária é uma deterioração cognitiva precoce, o que faz com que se reduza de forma significativa a memória, a atenção, a percepção, a sensação, a capacidade de compreender e racional, assim como a fluidez dia e semântica. Pelo contrário, se fizermos exercício físico de forma regular gozaremos de uma mente saudável. Apesar da deterioração das funções cognitivas é um processo natural, levar uma vida ativa, consumir certos alimentos e realizar determinados exercícios nos permitirão manter e melhorar a nossa saúde cognitiva. Há uma série de regras de ouro que nos ajudarão a manter em forma o nosso cérebro muitos mais anos, e atrasando, assim, o declínio cognitivo: – Fazer exercício Com efeito, praticar regularmente exercício tem grandes benefícios para a saúde de nosso corpo, mas também de nossa mente. A atividade física provoca um aumento do nível de endorfinas, ao mesmo tempo que reduz a tensão neuromuscular. Estes dois fatores são fundamentais para evitar problemas com o estresse, a ansiedade ou a depressão. Com 30 minutos por dia, começaremos a notar os efeitos positivos que o exercício físico. – Aprender a relaxar Está mais do que provado que o stress ou a ansiedade, causam problemas de memória, falta de concentração e alterações de humor. Daí que seja importante aprender a relaxar. Para isso, o exercício, disciplinas como yoga e aprender técnicas de respiração, diafragma nos serão de grande ajuda. – O descanso é fundamental É importante dormir em torno de 7-8 horas por dia e ter um horário mais ou menos fixo. Além disso, há que evitar os estimulantes, já que nos alteram o sono. Ao dormir melhor, evitar problemas de memória ou de compreensão. – Tomar um café e chá Ambas as bebidas nos ajudam a proteger o cérebro. Estudos recentes têm demonstrado que uma xícara diária melhora a capacidade cognitiva e diminui o risco de desenvolver a doença de Alzheimer entre 30 e 60%. – Nunca deixar de aprender Manter-nos ativos mentalmente, seja aprendendo coisas novas, estudando, fazendo exercícios mentais ou realizando atividades que desenvolvam a criatividade, ajudar-nos a manter ativo o cérebro e o atraso, portanto, o declínio cognitivo. – Tomar alimentos ricos em fibras e proteínas, bem como baixo teor de gordura Se seguirmos uma dieta de baixo índica glicêmico, notaremos um melhor desempenho cognitivo, sobretudo a partir dos 40-50 anos, e também a memória, já que estaremos trazendo sempre a energia que você precisa para o cérebro. – Comer peixe azul O omega3 e os ácidos gordos essenciais que contém o peixe azul são grandes aliados da nossa memória, além disso, seu consumo é altamente recomendado para combater a depressão. – Chocolate Consumido de forma moderada, o chocolate preto tem grandes benefícios para a saúde. Conta com cerca de 30 substâncias antioxidantes, que protegem contra a ação dos radicais livres, causadores do aparecimento de doenças próprias da idade, incluindo aquelas que afetam a mente. Por se fosse pouco, a feniletilamina, que contém o chocolate nos ajuda a superar o estresse. – Manter uma dieta saudável e equilibrada Deste modo, não só evitar problemas de excesso de peso, mas também carências nutricionais causadas por dietas inadequadas ou insuficientes para o nosso organismo. Por um lado, o excesso de peso provoca um pior desempenho das funções cognitivas, além de provocar uma degradação prematura da saúde mental. Por sua parte, se não se consomem as calorias mínimas que precisa do nosso corpo, aparecem problemas de distração, a concentração e a memória. – Prevenir a ocorrência de determinadas doenças Várias doenças, como a diabetes tipo II, a hipertensão ou obesidade aumentam de forma considerável o risco de sofrer de disfunção cognitiva e distúrbios de memória. Para isso, voltar a repetir a necessidade de levar uma boa alimentação, praticar exercício físico de forma regular e evitar o consumo de álcool, tabaco e gorduras saturadas.